terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Na Síria... mais crimes contra a Humanidade!

A ONU pede ação para conter a violência na Síria que já matou mais de 5 mil pessoas.

A Alta comissária dos Direitos Humanos reuniu-se com Conselho de Segurança, a portas fechadas, nesta seguda-feira; ela se disse alarmada como relatos de aumento de operações militares na cidade de Homs.

A alta comissária de Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, pediu à comunidade internacional que tome medidas urgentes para evitar uma situação de violência sectária na Síria.

Segundo Pillay, “várias fontes estão alertando para a iminência de um grande ataque militar à cidade de Homs”, onde se concentram muitos opositores do presidente Bashar al-Assad. O país árabe está enfrentando protestos por democracia desde meados de março.
Nesta segunda-feira, Navi Pillay reuniu-se com membros do Conselho de Segurança e afirmou que o número de mortos pela violência política já ultrapassa 5 mil.

No encontro, à porta fechada em Nova York, Pillay disse que não tem como confirmar os relatos de uma operação iminente, mas segundo ela as indicações são críveis.

O Escritório de Direitos Humanos foi informado de que centenas de tanques e armamentos pesados foram enviados a Homs, nos últimos dias. Trincheiras foram construídas ao redor da cidade e dezenas de postos de controle foram instalados na região.

A alta comissária disse que há imagens de vídeo mostrando corpos nas ruas, prédios crivados de bala e tanques do exército em áreas residenciais. Mas segundo Pillay, não é possível atestar a veracidade das imagens. O governo sírio proibiu a entrada de uma Comissão de Inquérito da ONU ao país afirmando que a decisão de investigar a violência era “tendenciosa e 100% política.”

Entre as vítimas da violência na Síria estão civis e militares desertores que se negaram a atirar em civis.

A alta comissária da ONU afirmou temer que a repressão aos manifestantes, em breve, coloque a Síria numa situação de guerra civil.

Lembrou que o governo sírio está a ignorar a reprovação internacional sobre o que está ocorrendo no país.

A alta comissária pediu ao presidente al-Assad que publicamente “dê uma ordem para que as suas forças de segurança não cometam violações dos direitos humanos em Homs”. Fez esta declaração após uma entrevista à rede americana ABC na qual Assad afirmou jamais “ter dado ordens às suas forças para matar civis.”

Navi Pillay pediu ao Conselho de Segurança que fale “com uma só voz” e tome “medidas urgentes e decisivas” para proteger os sírios.

Segundo ela, foram cometidos crimes contra a Humanidade no país.

Fonte: RÁDIO ONU

Cooperativas agrícolas - a chave para reduzir a fome e a pobreza



Cooperativas: oportunidade para o pequeno agricultor

As ação das cooperativas agrícolas são um importante mecanismo de garantia da segurança alimentar e redução da pobreza. Elas beneficiam diretamente o pequeno agricultor ao aumentar seu poder de negociação e a capacidade de compartilhar recursos, informam a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Programa Mundial de Alimentos (WFP). As três agências lançaram no dia 31 de outubro o Ano Internacional das Cooperativas 2012 (IYC, na sigla em inglês), em Nova York.

As agências ressaltaram que não se deve subestimar a importância das cooperativas para vida dos agricultores e suas famílias. Fortalecidos dentro de um grupo maior, os agricultores têm condições de negociar contratos melhores e preços mais justos para insumos como sementes, fertilizantes e equipamentos. Além disso, as cooperativas oferecem condições que os agricultores dificilmente aproveitariam individualmente, como a garantia do direito à terra e melhores ofertas de mercado.

Desde associações de pequeno porte até em contratos milionários em escala global, as cooperativas operam em todos os setores da economia, contam com mais de 800 milhões de associados e garantem 100 milhões de empregos no mundo - 20% a mais do que as empresas multinacionais. Em 2008, as 300 maiores cooperativas do mundo movimentaram cerca de U$ 1,1 trilhão, cifra comparável ao PIB (Pruto Interno Bruto) de muitas economias de grande porte.

Cooperativas: pilar do desenvolvimento agrícola e da segurança alimentar

O setor agrícola, que inclui também silvicultura, pesca e pecuária, é a principal fonte de renda e emprego nas áreas rurais, onde a maior parte da população pobre e faminta vive. Ao gerar emprego no campo, as cooperativas desempenham um papel importante no apoio aos pequenos produtores - homens e mulheres - e grupos marginalizados.

As cooperativas oferecem oportunidades de mercado ao pequeno produtor, formação na gestão de recursos naturais, acesso à informação, tecnologia, inovação e serviços de extensão agrária. Em muitos países, a FAO oferece sementes de qualidade e fertilizantes aos produtores e cooperativas agrícolas e trabalha em conjunto na aplicação de práticas agrícolas mais sustentáveis e produtivas.

O FIDA trabalha com as cooperativas agrícolas locais no Nepal, em centros de desenvolvimento de cabras, que ajudam os agricultores a criar mercados para o abastecimento e criação de alta qualidade. Por meio da iniciativa Compras para Progresso (P4P, em inglês), o Programa Mundial de Alimentos e seus parceiros trabalham com organizações de pequenos agricultores em 21 países para ajudá-los a produzir excedentes, aumentar o acesso ao mercado e melhorar a renda.

Assim, o pequeno agricultor pode garantir a própria subsistência e a segurança alimentar das comunidades, além de aumentar sua participação na economia e ajudar a cobrir a demanda crescente por alimentos nos mercados locais, nacionais e internacionais.

No Brasil, as cooperativas foram responsáveis por 37,2% do PIB agrícola e de 5,4% do PIB nacional em 2009, garantindo cerca de U$ 3,6 bilhões em exportações. Em Maurício, as cooperativas representam mais de 60% da produção nacional no setor alimentar. No Quénia, as cooperativas de poupança e crédito têm ativos de U$ 2,7 bilhões, cerca de 31% da poupança bruta nacional.

Apoio às cooperativas agrícolas: o IYC e o futuro

As três agências da ONU irão promover o crescimento das cooperativas agrícolas:

Apoiando iniciativas para entender melhor o funcionamento das cooperativas e avaliar seu impacto no desenvolvimento económico e na vida do pequeno agricultor. Um exemplo é a base de dados da FAO de boas práticas em inovações institucionais;

Apoiando as cooperativas na formação de redes que permitam aos agricultores reunir ativos e competências para superar barreiras de mercado e outras limitações como a falta de acesso aos recursos naturais;

Auxiliando governos na implementação de políticas, leis e projetos que levem em consideração as necessidades de homens e mulheres no campo e criem um ambiente adequado para o crescimento das cooperativas agrícolas;

Fortalecer o diálogo e a cooperação entre governos, cooperativas agrícolas, comunidade internacional de pesquisadores e representantes da sociedade civil para avaliar as melhores condições de desenvolvimento das cooperativas no mundo.

Durante 2012 e nos anos subsequentes, as agências estarão comprometidas no apoio às cooperativas, consideradas um modelo de negócio viável e adaptável às necessidades das comunidades rurais dos países em desenvolvimento.


Fonte: Site da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) by fernandacamilo

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Make a better place for you and for me

Um dos excelentes trabalhos de Michael Jackson! Em todos os aspectos!

Que fantástica mensagem!


There's a place in your heart and I know that it is love
And this place could be much brighter than tomorrow
And if you really try you'll find there's no need to cry
in this place you'll feel there's no hurt or sorrow

There are ways to get there if you care enough
for the living make a little space make a better place

heal the world make it a better place for you and for me
and the entire human race there are people dying
if you care enough for the living
Make a better place for you and for me

If you want to know why there's a love that can not lie
Love is strong it only cares of joyful giving if we try
we shall see in this bliss we can not feel fear or dread
we stop existing and start living

then it feels that always love's enough for us growing
so make a better world make a better world . . .

Heal the world make it a better place for you and for me
and the entire human race there are people dying
if you care enough for the living
make a better place for you and for me

And the dream we were conceived in will reveal
a joyful face and the world we once believe in
will shine again in grace then why do we keep
strangling life wound this earth crucify its soul
Though it's plane to see this world in eavenly in god's glow

We could fly so high let our spririts never die
In my heart I feel you are all my brothers
Create a world with no fear togheter we'll cry happy tears
see the nations turn their swords into plowshares

We could really get there if you cared enough
for the living make a little space to make a better place . . .

Heal the world make it a better place for you and for me
and the entire human race there are people dying
if you care enough for the living
make a better place for you and for me

Heal the world make it a better place for you and for me
and the entire human race there are people dying
if you care enough for the living
make a better place for you and for me

 

Good Planet!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Olhem bem para esta imagem

Vi esta foto que a Isabel colocou no Facebook e que aqui publico:


Tal como ela diz, “se não houvesse tudo o resto a desfavor do massacre de Touros (vulgo tourada)”, humana e cientificamente condenado, “esta imagem bastaria para que se abolisse IMEDIATAMENTE esta tortura ignominiosa perpetrada por psicopatas”.

Com este NOJO, digo eu, este TERROR e HORROR, esta CRUELDADE e SADISMO perpetrado por gente má, muito má e desumana.

Uma revolta!

Nem tenho palavras para dizer o que sinto e o que me vai na alma, de tão doloroso que é (sempre) ver mais uma vez um destes pobres seres a sofrer, assim, perante os cobardes que isto fazem e os cobardes que disto gostam e isto aplaudem. Impunemente.

Nojo, nojo! Tenho nojo desta gente e irei combatê-los até acabar este terror!

Compreendo que haja cada vez mais pessoas a dizer que nunca pensaram em matar ninguém mas que o fariam em certas situações...

Digam-me, por favor, que fazer com estes monstros e estes assassinos? Os que estão na arena e isto fazem, os que estão nas bancadas a ver e a aplaudir, os que estão na assembleia da república e Governo e com eles continuam a pactuar,  os que vêem este espectáculo de terror em certos canais televisivos ou compram revistas próprias… os que de forma ignorante e abusiva buscam na tradição e na História a defesa de desumanidades, seja contra animais humanos ou não humanos…

Não podemos continuar a ver isto e ficar indiferentes!

A INDIFERENÇA de muita gente continua a permitir este e outros horrores!

A INDIFERENÇA CONTINUA A DEFENDER AS TOURADAS.



ESTA IMAGEM DIZ TUDO O QUE AS PALAVRAS JAMAIS CONSEGUIRÃO DIZER, PORQUE NÃO HÁ PALAVRAS PARA TAMANHO SADISMO E TAMANHA CRUELDADE!

OLHEM BEM PARA ESTA IMAGEM.

OLHEM COM OLHOS DE VER.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Hoje, 10 de Dezembro, dia em que comemoramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos, um trabalho simples mas muito elucidativo da Amnistia Internacional.



Junta-te a nós nesta luta!


Numa Humanidade cada vez mais ameaçada pela fome, pela guerra, pelo ódio e pela vingança, pelo individualismo e pela indiferença, pela tortura e pelas agressões constantes à paz e harmonia entre os povos, é importante fazermos deste dia, mais uma vez, um dia de reflexão sobre OS DIREITOS HUMANOS e sobre o que cada um de nós, verdadeiramente, tem feito ou pode fazer para que eles sejam respeitados e levados à prática.

Sugestão de leituras sobre este tema:
http://dre.pt/comum/html/legis/dudh.html
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/index-dh.html
http://www.dhnet.org.br/direitos/textos/oquee/index.html
http://www.netprof.pt/netprof/servlet/getDocumento?id_versao=18233
http://www.netprof.pt/netprof/servlet/getDocumento?id_versao=16473

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A minha Universidade é centenária!

Universidade do Porto: 100 anos a construir o futuro.


22 Março de 1911 é a data que os livros e arquivos de História assinalam como o primeiro dia da vida da Universidade do Porto. Contudo, as raízes da instituição remontam ao século XVIII e a uma combinação de experiências formativas que viria a projectar-se na futura Universidade. Neste contexto, a Aula de Náutica (1762) e a Aula de Debuxo e Desenho (1779) formam o primeiro embrião do Ensino Superior no Porto. A partir daí, a Academia Real da Marinha e Comércio (1803), a Academia Politécnica (1837), a Real Escola de Cirurgia (transformada, em 1836, em Escola Médico-Cirúrgica) a Academia Portuense de Belas Artes (1836, futura Escola Portuense de Belas Artes em 1881) são outras entidades que, até à primeira década do século XX, garantem uma oferta alargada de formação, em áreas ligadas às Ciências, Artes e Medicina.
É então sob essa base sólida de quase 150 anos de experiência formativa e científica que a U.Porto abre oficialmente as portas em 1911. Desde esse foco seminal, foram muitos os
momentos que marcaram a vida da Universidade, com natural destaque para a criação das 14 faculdades que coabitam hoje no campus. A eles estão ligados outras tantas figuras e lugares nos quais se perpetua a memória da instituição.
É por tudo isso uma Universidade orgulhosa da sua História a que celebramos agora. Mas este é também o momento de lançar as mãos à construção do futuro de uma instituição que se quer cada vez mais ambiciosa e activa no seio da comunidade. Sendo a maior universidade de Portugal, com mais de 700 programas de formação frequentados por mais de 30 mil estudantes, a Universidade do Porto (U.P.) é líder incontestável no ensino e na investigação científica a nível nacional. É também a mais internacional das universidades portuguesas, estabelecendo-se hoje entre as 200 melhores universidades da Europa, segundo os mais cotados rankings internacionais. A pergunta impõe-se: Como explicar o sucesso desenhado e fortalecido ao longo do último século?
Uma possível resposta teria que contemplar a histórica vocação da U.P. para oferecer um ensino abrangente, na vanguarda das práticas pedagógicas e profundamente voltado para as necessidades da comunidade. A esta faceta está umbilicalmente ligada a de uma “Universidade de investigação”, fortemente empenhada em traduzir em mais-valias para a sociedade o talento e a inovação que povoam as suas escolas e centros de investigação.
Fazendo da abertura à comunidade e ao tecido empresarial uma imagem de marca, a U.P. é também um importante motor de desenvolvimento económico, social, cultural, e científico na região e no país. Uma atitude que se projecta cada vez mais para o resto do mundo. Actualmente, a U.P. ocupa uma posição privilegiada no panorama do ensino superior internacional, afirmando-se enquanto foco de atracção para milhares de estudantes e investigadores de todo o mundo. Trata-se do fruto de uma estratégia de internacionalização que contempla laços de cooperação e amizade com centenas de instituições do Ensino Superior dos quatro continentes.
O caminho está, porém, longe de estar concluído. “Somos do tamanho dos nossos sonhos”, diz o poeta. Na U.P., a grande ambição passa por afirmar a instituição entre as 100 melhores universidades europeias já em 2011, e no “top 100” do mundo até 2020. É para essa missão que trabalha diariamente uma comunidade académica dinâmica, cosmopolita, exigente e criativa, que faz da união e da inovação duas das suas principais armas.


É com orgulho no seu passado mas profundamente comprometida com o presente e com os desafios futuros que a maior universidade portuguesa se apresenta ao mundo, cem anos após a sua criação.

Esta é a Universidade do Porto e está de portas abertas.

Parabéns à minha Universidade! Parabéns aos seus (meus) Professores!

Mais inf. aqui.