sábado, 28 de julho de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Meus queridos touros!
Como
é possível, meu Deus, alguém defender, promover e ir ver esta crueldade sem
limites, esta dor inimaginável de um ser que nada fez de mal, que merece viver
com dignidade, tal como eu, como nós?
Gente
diabólica...
Reparem
no focinho daquela gentalha, a começar pelo do toureiro... Olhem quanto sofrimento
na expressão deste nobre animal...
Lutarei
sempre por vocês, queridos touros, até ao dia da vossa libertação destas bestas
que vos infernizam a vida e nos dilaceram a alma.
Nazaré
Oliveira
quarta-feira, 18 de julho de 2018
O governo português e a sua visão de democracia e equidade
O governo continua a dizer, a teimar,
a mentir...
Não há dinheiro para pagar
a quem deve?
Não há dinheiro para
devolver o que retiraram injusta e descaradamente aos professores (9 anos e
mais de 4 meses) e outros trabalhadores, mas há dinheiro para estas mordomias,
estas elites financeiras, assim, despudoradamente, como se tudo isto fosse
indispensável e absolutamente vital para o país.
Segundo anuncia o PÚBLICO de hoje,
dezenas de altos quadros da empresa que herdou a gestão das dívidas do BPN têm
ao seu dispor carros topo de gama, com várias regalias associadas, pagando o Estado
a dois antigos responsáveis do núcleo duro de José Oliveira Costa um salário
mensal em torno dos 12.600 euros.
“A empresa pública Parvalorem atribuiu a um
grupo de altos quadros da empresa, ex-responsáveis do antigo BPN, 23 “viaturas
familiares” topo de gama, a quem paga ainda o combustível até 300 euros por
mês, bem como seguros e parques de estacionamento. As conclusões constam da
auditoria da Inspecção Geral das Finanças à Parvalorem, que identifica práticas
salariais em linha com as que estavam em vigor no BPN, antes da nacionalização
(...) existem
situações que superam os 6700 euros que o Presidente da República aufere
mensalmente (...) 67 trabalhadores levam para casa menos de 1500 euros e 64
recebem entre 1500 euros e três mil euros. Os restantes 44 ex-bancários
têm salários acima dos três mil euros: 29 auferem entre três mil e cinco mil
euros; 13 entre cinco mil e 10 mil euros. E há dois casos que se destacam a
superar os 10 mil euros. Trata-se do ex-administrador do BPN Armando Pinto, que
na Parvalorem dirige os serviços jurídicos, e do ex-director de informática de
Oliveira Costa, Carlos Venda, que Francisco Nogueira Leite manteve no cargo,
ambos com vencimentos a rondar os 12.600 euros.”
... Sem falar dos perdões de dívidas de 159 milhões e em prejuízos anuais superiores a 100 milhões de euros!
Mais um caso a merecer a profunda reflexão
dos eleitores.
Que dizem os partidos que têm “aguentado”
este governo (o BE e o PCP)?
E o Presidente da República?
Onde pára a decência, a ética política
e a transparência que tanto apregoam?
Nazaré Oliveira
Ler também https://www.publico.pt/2018/07/08/economia/noticia/estado-da-bonus-de-meio-milhao-a-antiga-equipa-de-oliveira-costa-no-bpn-1837244
sábado, 14 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
toureiros, cavaleiros tauromáquicos, forcados, ganadeiros e amantes das touradas: "NO PASARAN!"
Cliquem em "ver no facebook" (apesar de dizer indisponível consegue-se ver)
Estes 60 segundos são para os "tolerantes" da tauromaquia, para os que "não gostam mas respeitam os que gostam", porque a maior indecência de todas é optarmos por fazer vista grossa ao que nos incomoda para aliviar a consciência.
É o mínimo que podem fazer por aqueles a quem viram as costas, para conhecerem a dimensão exacta da vossa indiferença, a que gostam de chamar, eufemisticamente, tolerância.
Vejam. Vejam tudo.
Reflitam...
Miserável gente que isto faz a um ser
que nada de mal lhes fez (nem faz), que quer viver, que tem direito a
viver...
Sacanas, cobardes, assassinos, psicopatas, insensíveis, retrógados
civilizacionais, CRIMINOSOS...
O vosso sadismo tem os dias contados, sim, porque a nossa
luta contra as touradas não parará.
Nazaré Oliveira
sábado, 7 de julho de 2018
Deputados portugueses votaram a favor da crueldade e da tortura (touradas)
Sou contra a tortura, seja onde for e com quem for.
Num país que se diz
humanista e desenvolvido, as touradas & afins não podem existir, no
entanto, partidos houve que votaram pela continuação deste espetáculo
abominável e sanguinário, demonstrando um insensibilidade atroz pelo
sofrimento e pela dor causada a pobres animais que exploram e matam de forma
cruel, premeditada, bem como, uma conceção de progresso e de Moral que me
envergonha como cidadã e como pessoa.
Portugal é um país
humanista?
Não, não é nem nunca
será com a manutenção destas práticas, destes espetáculos, cínica e
hipocritamente apoiados, inclusive, por uma certa Igreja Católica e por muitos
católicos, muitos deles frequentadores da missa dominical, da Confissão e da
Caridadezinha low cost e de outras práticas que mascaram completamente a
verdadeira mensagem do Evangelho.
Muitos portugueses
sempre tiveram muito jeito para se adaptar às circunstâncias, quando das mesmas
podem retirar proveito, projeção ou ganhos. Quando se trata disso, vale
tudo menos tirar olhos, e alguns, ao arrepio das mais elementares práticas
cívico-humanistas que dizem defender na sua cartilha político-partidária e/ou
na sua Profissão de Fé, vendem, se for preciso, a alma ao Diabo, para
satisfação dos seus desejos mais recônditos e das suas frustrações e
recalcamentos que despudoradamente escancaram, por exemplo, quando defendem,
promovem e assistem a touradas e outros espetáculos de cruel assassinato de
inocentes, vergonhosamente apoiados por gente que se apropria do Poder como se
fosse seu, como é (foi) o caso daqueles deputados e deputadas que votaram na
Assembleia da República contra a proposta abolicionista do PAN.
Vergonhoso.
Inadmissível! Imperdoável”.
Sou contra a tortura,
a crueldade, seja onde for e com quem for e, num país que se diz humanista e
desenvolvido, as touradas & afins não podem existir, no entanto, a
maioria dos ditos representantes do povo não pensaram assim.
Como referiu* André
Silva, do PAN, afirmar que a tourada faz parte da identidade nacional é
pretender que uma minoria da população que assiste a corridas de touros seja
considerada mais “portuguesa” do que a grande maioria que não se revê neste
tipo de espectáculos, o que é, no mínimo, desconcertante. A identidade de um
povo cria-se a partir do que é pertença comum e não daquilo que nos divide,
pelo que forçar a identidade tauromáquica à população portuguesa é ofensivo e
contraproducente para uma desejada unidade nacional.
Vergonhoso. Vergonhoso
e imperdoável o que aconteceu na dita "casa da democracia": o
projecto do PAN para a abolição das touradas foi chumbado com os votos contra do PS, PCP, PSD, CDS e do deputado
Carlos Matias do BE, e
com os votos a favor do Bloco de Esquerda, do Partido Ecologista Os Verdes, de
oito deputados socialistas e a abstenção
de outros 12.
Continuaremos a luta, a luta por um país e um mundo melhor, onde a harmonia entre todos os seres exista, contra a mediocridade moral e política que nos tem governado e contra o atraso civilizacional que nos provoca.
Continuaremos a luta, a luta por um país e um mundo melhor, onde a harmonia entre todos os seres exista, contra a mediocridade moral e política que nos tem governado e contra o atraso civilizacional que nos provoca.
Um país não se vê e
não se mede só pelos números, estatísticas, economia e finanças. Um país,
verdadeiramente, vê-se pela forma como incentiva, motiva e promove a Educação
Cívica, a Cidadania ativa e exigente, a Ética e a Moral Política e a formação
para os valores e Direitos Humanos.
Nas eleições, ajustarei
contas com essa gente sádica e cruel. Eu e os milhares de abolicionistas
portugueses.
Nazaré Oliveira
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