quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Uma das notícias mais tristes que li!

Esta é uma das notícias mais tristes que tenho lido!
Ao que levou a pressão que exerceram sobre este homem e sobre o seu companheiro de sempre, o seu cão, que teve de eutanasiar!

Por que é que as pessoas não compreenderam que este homem era um homem de caráter, de valores, para quem "abater o seu amigo" seria, também para ele, o fim?

E foi.

Pôs termo à vida depois de ter sido pressionado a fazer o que fez ao seu (inocente) animal.

Chorei, confesso-vos, como sempre choro quando a revolta de outro modo não posso exteriorizar.


Nazaré Oliveira

1/28/2012 7:12 AM PST BY TMZ STAFF
Struggling Soap ActorCommits Suicide AfterEuthanizing Beloved Dog
Nick Santino and his beloved dog


A soap actor killed himself this week on his 47th birthday ... hours after he was forced to put his beloved dog to sleep under pressure from his Manhattan condo.

According to the NY Post the building had a ban on pit-bulls, but Nick Santino's dog had been grandfathered in ... which didn't sit well with some of the neighbors. Some claimed the dog was loud and aggressive, but others said building management was just harassing Santino ... trying to force him to get rid of the dog.

Santino had Rocco put to sleep on Tuesday -- for some reason he felt that was his only option.

According to the paper, a tearful Santino brought dog treats to the doorman and said, "Give these to the other dogs. Rocco is no more."

Later that day Santino left a suicide note that read, "Today I betrayed my best friend and put down my best friend ... Rocco trusted me and I failed him. He didn't deserve this."

Santino -- who has appeared on "All My Children" and "The Guiding Light" -- OD'd on pills early the next morning.

Rocco was cremated and friends told the Post Santino will be too.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Prós e Contras em Angola


Tenho lido comentários e críticas muito pouco construtivas e muito pouco elegantes sobre a jornalista Fátima Campos Ferreira e o programa Prós e Contras que fez a partir de Angola, dia 16 deste mês.

É lamentável, muito lamentável e até de um profundo cinismo e hipocrisia, que essas críticas venham e continuem a vir de gente que defende a Lusofonia e a cooperação entre os povos, mesmo de jornalistas de jornais ditos conceituados mas que, verdadeiramente, só estão interessados em denegrir quem a paz, a coesão entre os povos e a cordialidade das relações entre eles defende.

Foi isso que a FCF e a RTP foram fazer e permitir: um REENCONTRO. O REENCONTRO.

Mais a mais, quem a critica e quem o programa criticou, que tem feito em prol desse estreitamento de relações que tanto propagandeia? Agarrados que (só) estão a um passado histórico que existiu, estão longe de contribuir, como fez esta equipa e o programa, para um presente que é preciso renovar e incentivar, numa óptica de respeito pela soberania dos povos e pela própria intervenção jornalística que não tem nem deve ser sensacionalista nem catastrófica. Foi um programa que perspectivou um futuro promissor para muitos portugueses e para muitos angolanos que residem em Portugal.

Gostei de sentir isso porque acredito que a História de Portugal e a História de Angola não se resumirá, nunca, só à História do Colonialismo. E o programa mostrou, mesmo pelo nível dos intervenientes e pelos projectos que estão e pretendem levar a cabo, que outra realidade surgirá e está a surgir, sem aves agoirentas, claro, como estas sobre as quais falo.

Estas, esta gente que a critica, só se interessaria se o programa lhes trouxesse o que afinal também nós sabemos, lá como cá, que é a existência de situações menos boas, quer ao nível da governação quer a outros níveis. Mas o programa, que fez jus ao seu tema – Reencontro -, cumpriu-o. E eu gostei. Gostei muito. Fiquei orgulhosa. Das palavras à música, dos sons às cores…sentimos África. Torcemos por África, pelos angolanos e pelos portugueses.

Aprendi muita coisa. Descobri e refecti muita coisa importante para esse estreitamento de relações entre Portugal e Angola mas, particularmente, descobri que vale a pena esse estreitamento de relações. Afinal, estavam à de quê? De lavagem de roupa suja, de azedumes e da já habitual arrogância portuguesa?

Há pessoas que só olham para o jornalismo sensacionalista e não para o jornalismo sensacional que se faz e que, hoje em dia, é também um parceiro fundamental para o diálogo intercultural e civilizacional que em muito vai contribuir para a mudança de paradigma que tanto se apregoa, e até, para relações diplomáticas mais profícuas entre países, nesta “aldeia global” que o jornalismo e os jornalistas ajudam a crescer.

“A missão histórica e civilizadora” da qual Salazar tanto falava (ver o seu Acto Colonial), parece que ainda mexe muito com certa gente!

Que pena!

Nem nós merecemos esta gente nem deste modo Portugal será o que mundialmente se espera que sejamos (sobretudo na União Europeia): um interlocutor privilegiado nas relações com os países africanos (PALOP)!

Nazaré Oliveira

Parabéns à Universidade do Minho

PARABÉNS à Universidade do Minho! Parabéns aos seus professores e investigadores!

As nossas universidades não estão nos primeiros lugares dos rankings mas têm feito um trabalho NOTÁVEL ao nível da investigação científica, trabalho esse ao nível dos melhores!
E isto, meus amigos, é que conta! Isto é que vai contar para conseguir combater doenças terríveis como estas!

Estou muito orgulhosa!
Um estudo coordenado por uma investigadora da Universidade do Minho descobriu uma molécula-chave que «abre novas perspectivas» no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, hipertensão hereditária e cancro.
«Este estudo abre novas perspetivas no tratamento destas e de outras doenças», sublinha Sandra Paiva, da Escola de Ciências da UM.

Como explica, as células produzem proteínas responsáveis pela entrada dos nutrientes disponíveis ou preferidos e destruindo as proteínas que não são necessárias. Naquele estudo, foi descoberta uma molécula-chave envolvida no processo de destruição de proteínas na célula. «Quando a molécula recebe informação da presença de determinado nutriente, destrói então os transportadores indesejáveis», acrescenta.

Segundo Sandra Paiva, os resultados deste estudo representam «um grande avanço» na compreensão dos mecanismos de degradação de proteínas.

«Os defeitos nestes mecanismos estão associados a doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, à hipertensão hereditária e ao cancro. Este estudo abre novas perspectivas no tratamento destas e de outras doenças», sublinha.

Lembra que as células de cancro, por exemplo, «necessitam de muita energia e, ao conseguirmos reduzir o número de transportadores, podemos de algum modo privá-las de alimento, tornando-as mais sensíveis à quimioterapia».

Este trabalho utilizou como modelo um microrganismo, a levedura do pão ou da cerveja, que é fácil de crescer em laboratório e partilha uma grande semelhança dos seus genes com os genes em humanos.

A investigação foi realizada por uma equipa coordenada por Sandra Paiva e por Sebastien León, do Instituto Jacques Monod da Universidade de Paris.

A equipa inclui ainda Neide Vieira, Margarida Casal, Carina Cunha e Jéssica Gomes, todas da UMinho, e outros investigadores das universidades de Paris e Madrid.

A investigação acaba de ser publicada no conceituada revista Journal of Cell Biology e foi premiada no 2011 Nature Cell Biology Poster Prize Winners, na Croácia.

Sandra Paiva recebeu o American Club Annual Award 2001 e tem 15 artigos publicados em revistas científicas.

Lusa/SOL

sábado, 28 de janeiro de 2012

Atrás de um grande homem


“A foto da eurodeputada italiana Licia Ronzulli com a filha recém-nascida ao colo durante uma sessão plenária no Parlamento Europeu em Estrasburgo (à esquerda), em outubro de 2010, percorreu o mundo e foi vista como um protesto pelos direitos das mulheres com dificuldade em conciliar a vida laboral e familiar.
Em dezembro de 2011, a bebé Vittoria voltou ao plenário de Estrasburgo (à direita). Um local só para crescidos.”

De facto, as mulheres continuam a ser sacrificadas, se comparadas com os homens, quando se trata da sua vida profissional, esquecendo-se muitos homens (e muitas mulheres também) que a conquista (árdua) da igualdade de género de nada servirá se na prática não for aplicada e respeitada. Por todos.

Apesar da luta incrível que as mulheres têm travado para que essa igualdade deixe de ser mera teorização de um princípio que nunca lhes deveria ter sido negado ao longo da História, na prática, há uma estranha “masculinização” na observância desta e de outras conquistas da mulher que, verdadeiramente, têm entravado a sua entrada, por exemplo, em maior número, na Política, área na qual a mulher, indiscutivelmente, faz muita falta e marca sempre a diferença.

Não quero dizer com isto que se houvesse mais creches, mais jardins de infância, mais infantários, se resolvesse o problema que ainda persiste relativamente ao afastamento da mulher de certas carreiras ou a crítica que às mulheres se faz quando, invocando o acompanhamento dos filhos, necessitam de faltar ao seu trabalho ou (infelizmente) declinam convites para certos cargos. Não.

O que eu penso é que tem de haver uma nova postura das instituições e das políticas face à mulher, à mulher-mãe e, ultimamente, à mulher-mãe-sózinha, à família monoparental, que na prática não existe e que, se existe, prima por uma profunda injustiça que é a subalternização do seu papel como mãe, isto é, a desvalorização do seu papel e função como mãe que na prática mais não é do que a sua penalização como tal, como se ser mãe ou querer ser mãe fosse desde logo um impeditivo para se entrar numa carreira ou se querer entrar e estar na Política, trazendo à baila aquele velho chavão, estúpido e ignorante, que diz que as mulheres são para estar em casa, a coser meias…

Em Portugal, continuamos a não estar muito longe disto. Em certas entrevistas, continua a haver quem pergunte às entrevistadas se tenciona engravidar, se tenciona ter mais filhos…
E mesmo se uma mulher envereda pela sua especialização académica, se se importa com a sua carreira e à mesma se dedica, a primeira das castrações sociais, por estranho que pareça, começa muitas vezes “em casa”!
Em casa e com os vizinhos, com os colegas, agarrados que ainda estão à ideia de que as mulheres, afinal, quando passam à prática, não podem ser como os homens, quero dizer, ter os mesmos direitos e valerem-se deles.

Embora não o confessem, muitos homens dão-se mal com o sucesso profissional das mulheres e com a sua enorme capacidade de trabalho e de resistência!

É urgente esta mudança de mentalidade. Criar mecanismos que deixem as mulheres ser MÃES e que contribuam para que jamais ter filhos possa ser impeditivo de exercer este ou aquele cargo ou abraçar esta ou aquela carreira.
Pelo contrário, que façam com que seja possível conciliar esse amor incondicional e essa responsabilidade que um filho representa, com aquilo que é também legítimo desejar: ter uma carreira, uma profissão, que se quer exercer também com responsabilidade, seja-se deputada, professora, varredora de rua, secretária, polícia, médica, gestora ou outra qualquer.

As mulheres, mulheres-trabalhadoras, continuam a ser as grandes sacrificadas quanto a isto. Sobretudo as mulheres conscienciosas da sua importância, não só em casa mas sobretudo na sociedade.

Já agora: quando ouço que “atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher”, sinceramente, não gosto.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Cry me a river

CRY ME A RIVER - Para ouvir (e sentir) sempre!
Aqui, interpretada por cinco das minhas cantoras favoritas.





Basta de corridas!

Recebi hoje na minha página do Facebook esta imagem e este texto (em espanhol) que publico:

 “Y de repente el toro miró hacia mí. Con la inocencia de todos los animales reflejada en los ojos, pero también con una imploración. Era la querella contra la injusticia inexplicable, la súplica frente a la innecesaria crueldad. Esta vez el me tuvo pìedad a mi y me senti la peor basura del mundo."

Comunidad Gaia
De: Fabian Oconitrillo Gonzalez
BASTA DE CORRIDAS!!!!!!!! FUERON LAS PALABARAS DEL TORERO AL VER QUE EL ANIMAL TUVO PIEDAD DE EL Y LE SUPLICABA QUE HICIERA LO MISMO POR EL!!!!

Que imagen mas fuerte por Dios, xq paises disfrutan del sufrimiento ajeno!!!??

 Realmente…
Pobres seres nas mão da pior besta, que é o Homem! O Homem que maltrata, tortura e mata, para diversão, como os toureiros e outros afins! Mas a luta continua! A luta pela dignidade PARA TODOS os seres, humanos e não humanos. Fazer da tortura e do assassínio um espetáculo envergonha-me. No século XXI, numa altura em que a inovação tecnológica e a investigação científica atingem níveis dos quais me orgulho (se colocados ao serviço do bem estar da Humanidade, claro!), numa altura em que as descobertas constantes nos diferentes domínios do SABER deveriam enriquecer a nossa relação com o MUNDO e com a NATUREZA, à qual pertencemos e sem a qual nada seríamos... olhamos para o outro com a pretensa superioridade de quem pequeno é mas sempre "grande" se acha. Uma "superioridade" que historicamente em dor se tornou, dor gerou e com dor se explica e sente. Seja touradas, nazismo, racismo, xenofobia, ditaduras... a luta continua contra a estupidez e a desumanidade de quem a provoca e promove. SÓ O CONHECIMENTO LIBERTARÁ! O CONHECIMENTO SÉRIO DE QUEM CONVICTAMENTE DEFENDE DIREITOS PARA ANIMAIS HUMANOS E NÃO HUMANOS.