domingo, 8 de fevereiro de 2015

Políticas que matam



Um testemunho brutal contra uma Política que continua a matar, tal a sua insensibilidade e indiferença perante a vida dos cidadãos!
Onde está o Estado Social? Que fizeram ao Estado Social?
Onde está a transparência?
Segundo o Diário Digital, com a Lusa,  a farmacêutica Gilead, detentora do medicamento inovador para a hepatite C, disse, na quarta-feira, que a doente que morreu recentemente vítima da doença podia ter tido acesso ao fármaco sem qualquer custo para o Estado.
A farmacêutica disse que o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental enviou à Gilead, a 4 de novembro do ano passado, pedido de acesso ao medicamento sem custos, embora sem enquadramento legal para o fornecimento naquelas condições, e garantiu que nunca recebeu nota de encomenda do fármaco mas que o disponibilizou para a doente.
Num quadro de clara incompetência e de indesculpável desleixo, quem brincou (e continua a brincar) com a vida das pessoas? Quem foi responsável pela morte acontecida?
Convém que se apurem responsabilidades. E depressa.
Triste país com triste gente.
Triste sina, a nossa, com gente desta estirpe: além de ignorantes e incompetentes têm-se revelado perigosamente perversos nas decisões que tomam em nome do "bem comum". E cruéis.



Nazaré Oliveira

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